A saúde mental não depende de grandes mudanças. Ela começa nos pequenos gestos do cotidiano — dormir melhor, dizer não quando preciso, respirar fundo antes de reagir, respeitar o meu corpo, fazer pausas.
Durante muito tempo, eu achava que precisava de algo grandioso para me sentir bem. Hoje, percebo que o que me sustenta são as pequenas práticas que cultivo todos os dias.
Cuidar da mente é uma soma de escolhas simples, feitas com constância. É acordar e decidir que vou ser mais gentil comigo, mesmo que o dia não saia como planejei. É lembrar que autocuidado não é egoísmo, é manutenção da vida.