Existe uma expectativa silenciosa sobre o que um psicólogo deveria ser.
Alguém que nunca se desorganiza, que não sofre, que não se cansa, que sempre sabe o que fazer.
Depois de mais de 16 anos de prática clínica, uma coisa ainda surpreende: muitas pessoas realmente acreditam nisso.
Mas a psicologia não forma pessoas “imunes à vida”.
Ela forma pessoas mais conscientes dela.
Ser psicóloga não impede o sofrimento.
O que muda é a forma como ele é compreendido e conduzido.