O Brasil ocupa, há anos, uma das primeiras posições no ranking dos países mais ansiosos do mundo. Segundo a OMS, mais de 18 milhões de brasileiros convivem com esse transtorno — e esse número só cresce. Mas por que estamos tão ansiosos?
A resposta não é simples, mas passa por fatores culturais, sociais e emocionais. Vivemos em uma sociedade que normaliza o excesso: excesso de trabalho, de cobrança, de estímulos, de expectativas. A lógica do “nunca é suficiente” alimenta um ciclo exaustivo de comparação e autocrítica.
Além disso, a instabilidade econômica, a sobrecarga das mulheres, o isolamento social e a pressão por performance também contribuem para o aumento dos sintomas ansiosos — que vão de preocupações constantes até crises de pânico.
O corpo fala: insônia, cansaço, falta de ar, aperto no peito, dificuldade de concentração. Tudo isso pode ser sinal de que a mente está pedindo ajuda. E o primeiro passo é olhar com honestidade para o que está acontecendo.
No e-book “Ansiedade”, falo sobre como reconhecer os sinais, os tipos de ansiedade e estratégias para lidar com ela de maneira mais gentil. Dentre elas, estão: